Expedicionários da Saúde no Bom Dia Brasil

O Bom Dia Brasil publicou na semana passada uma reportagem em cinco parte sobre o trabalho dos Expedicionários da Saúde:

Médicos de São Paulo enfrentam horas de viagem para atender índios no Pará

Segunda-feira, 02/08/2010
Antes mesmo da chegada dos médicos, os índios aguardam ansiosamente. Até um centro cirúrgico será montado. Os costumes dos brancos levou doenças para aldeias, como alcoolismo e diabetes.

Índios viajam dias e esperam semanas para ter consulta médica na Amazônia

Terça-feira, 03/08/2010
Na segunda reportagem especial sobre a Amazônia, expedicionários da saúde levam para o meio da floresta, pelo menos uma vez por ano, informações de como prevenir e tratar doenças.

Veja o trabalho emocionante dos Expedicionários da Saúde

Quarta-feira, 04/08/2010
Na terceira reportagem do especial Amazônia, expedicionários da saúde vivem a emoção de devolver a visão a pacientes no meio da Floresta Amazônica.

Índios da Amazônia recebem próteses ortopédicas em São Paulo

Quinta-feira, 05/08/2010
No entanto, alguns atendimentos precisaram ser feitos em hospital. Este é o caso da Dona Nedina, de 63 anos, que ganhou uma prótese de joelho para voltar a andar sozinha.

Após ser mordido por cobra, indígena volta a andar com ajuda de médicos de SP

Sexta-feira, 06/08/2010
A quinta reportagem da série mostra um exemplo de generosidade. Os expedicionários da saúde promovem o encontro de Silas com a infância e a natureza. O menino voltou a andar e ganhou uma nova vida.

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Novas Próteses de Articulações Devem Ter Vida Útil Maior

por MÁRCIO PINHO da Folha de São Paulo

A indústria das próteses articulares tem a missão de aumentar a durabilidade desses implantes e reduzir os transtornos das complexas cirurgias de troca.

Desde os anos 60, pacientes com desgaste nas articulações, em consequência de uma artrose, por exemplo, recebem próteses feitas de material plástico na sua maior parte, que desgasta.

A qualidade evoluiu, mas os pacientes não escaparam das revisões a cada 15 anos, em média. Ou seja, mais cirurgias e inconvenientes.

Com o aumento da expectativa de vida, as próteses de cerâmica que apareceram na década de 90 e as de metal -melhoradas em relação a décadas anteriores- são a esperança para adiar ou até eliminar as revisões.

Em testes de laboratório, o metal e a cerâmica mostraram menor desgaste em relação ao plástico, segundo o ortopedista Geraldo Motta, diretor-geral do Into (Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia), órgão do Ministério da Saúde.

Na sede do instituto, no Rio, esses novos materiais já são usados em 30% das 1.200 cirurgias anuais.

Porém, Motta afirma que “são necessários mais anos de observação para se comprovar as vantagens e a durabilidade em humanos.”

Na opinião do ortopedista Ricardo Affonso Ferreira, do Instituto Affonso Ferreira, de Campinas, as próteses de última geração são mais vantajosas para pacientes mais jovens, em razão da intensa atividade física -o que desgasta a prótese- e porque têm muitos anos pela frente.

Já para idosos com mais de 65 anos a recomendação ainda é a prótese tradicional, que tem histórico conhecido.

O risco de acidentes com os materiais é considerado raro pela classe médica até agora. Em alguns poucos casos, é possível a cerâmica quebrar e o metal soltar partículas -o que também ocorre com o plástico.

A indústria cogita os novos materiais para outras articulações. O preço ainda é empecilho -um quadril de cerâmica custa mais de R$ 20 mil.

ETERNA

A aposentada Minde Hisgail, 74, é uma das que gostariam de eliminar as revisões.

Minde Hisgail,74, teve de repor sua prótese de quadril e, por causa da cirurgia, ganhou uma infecção no corte. Foto Carlos Cecconello/Folhapress.

Minde Hisgail,74, teve de repor sua prótese de quadril e, por causa da cirurgia, ganhou uma infecção no corte. Foto Carlos Cecconello/Folhapress.

A moradora dos Jardins usa articulação artificial de metal e plástico no quadril desde 1995 e, ao trocar peças em 2009, herdou uma infecção no corte que a deixou mais dias no hospital.

Depois, a prótese se deslocou enquanto Minde se vestia e precisou ser reajustada.”Queria que a prótese fosse eterna”, diz ela.

Arte Editoria de Arte/Folhapress

Arte Editoria de Arte/Folhapress

Matéria publicada originalmente na Folha.com, em 27/07/2010.

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Reformas modernizam o Instituto Affonso Ferreira

Projetado de forma sustentável, as obras de ampliação priorizam o atendimento de qualidade e o bem-estar dos pacientes

O Instituto Affonso Ferreira está de cara nova. Após seis meses de intensa reforma, a clínica - que é referência nacional em tratamento de lesões ortopédicas - apresenta novidades. Entre as principais mudanças está a ampliação do espaço físico da recepção, que vem acompanhada de um novo sistema de atendimento, totalmente automatizado, com inclusão de senhas que são liberadas por ordem de chegada. Além disso, houve troca de piso, aquisição de computadores modernos, televisão na sala de espera, criação de um espaço para o cafezinho, aumento da área verde e aquisição de móveis e equipamentos novos, que garantem o conforto, praticidade e a rapidez no atendimento aos pacientes.

De acordo com o médico e diretor do Instituto Affonso Ferreira, José Carlos Affonso Ferreira, todo o processo da reforma da clínica foi projetado para que a construção e utilização dos novos ambientes fossem realizadas de maneira sustentável. Segundo José Carlos, durante a obra, houve um rígido controle de poluição, além de plano de gerenciamento de poeira e ruídos, a fim de evitar problemas para moradores, frequentadores e pacientes do Instituto Affonso Ferreira. “Nossa preocupação com os pacientes é colocada em prática com iniciativas sustentáveis como esta nas áreas da saúde, responsabilidade social e meio ambiente”, diz

Fundado no dia 25 de junho de 1981, pelo ortopedista José Carlos Affonso Ferreira, o Instituto Affonso Ferreira tem se consolidado como um dos pioneiros na utilização de novas técnicas cirúrgicas na área da ortopedia e traumatologia. Procurado por pacientes de todo o Brasil e também do exterior, o IAF atinge o mesmo nível tecnológico das melhores instituições do país e do mundo em sua especialidade. A participação frequente dos especialistas do IAF em congressos mundiais e cursos de atualizações vêm crescendo a cada ano, permitindo que os pacientes brasileiros recebam tratamento semelhante aos encontrados em países considerados de primeiro mundo.

Entre as especialidades do IAF, destacam-se as cirurgias de prótese de quadril, joelho e ombro, artroscopias, artroplastias, recapeamento e cirurgias de coluna. O serviço de fisioterapia tem à disposição estrutura com capacidade de identificar, tratar e prevenir doenças, principalmente no pré e pós-operatório dos pacientes.

Serviço:

O Instituto Affonso Ferreira está localizado na Avenida José Bonifácio, número 2656, Flamboyant, Campinas. Informações adicionais podem ser obtidas através do telefone (19) 3345 9100 ou neste site.

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Instituto Affonso Ferreira inicia atividades do Curso Anual de Ortopedia, Traumatologia e Fisioterapia

O Instituto Affonso Ferreira, clínica especializada em ortopedia, traumatologia e fisioterapia com sede na cidade de Campinas (SP), inicia nesta quarta-feira, dia 30 de junho, mais uma série de cursos voltados para atualização e reciclagem de profissionais da área de saúde. Os cursos são gratuitos e acontecem todas as quartas-feiras, das 19h30 às 21h30, na sede da instituição (Avenida José Bonifácio, 2656, Flamboyant). Informações e inscrições podem ser obtidas através do telefone (19) 3345 9100.

A cada semana um profissional especializado é convidado para ministrar as aulas, que têm duração média de duas horas, seguidas por uma confraternização oferecida pelos patrocinadores do Curso. Os assuntos abordados cumprem um cronograma estabelecido pela equipe médica do Instituto Affonso Ferreira e se baseia na atualidade e novidades para tratamento de determinadas enfermidades da área.

A primeira aula terá como tema Tratamentos das Instabilidades do Ombro e será ministrada pelo especialista Sérgio L. Checcia. Além disso, estão programas outras 21 aulas, que deverão acontecer ao longo do ano. A programação completa pode ser conferida nesta página.

A reunião faz parte do calendário do curso anual de ortopedia e traumatologia e busca difundir o que existe de mais atual no diagnóstico e tratamento de patologias ortopédicas e traumatológicas. Além disso, vale um ponto na recertificação junto a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT).

Programação dos Cursos

Dia 30/06 – Tratamento das instabilidades do ombro
Palestrante: Sérgio L. Checcia

Dia 07/07 – Artroplastia do ombro: Reversa / Total / CTA
Palestrante: Geraldo Motta

Dia 14/07 – Doença degenerativa lombar no idoso
Palestrante: Alceneu J. N. Bertotti

Dia 21/07 – O coto ideal nas amputações dos MMII
Palestrante: Marco Antonio Guedes de Souza Pinto

Dia 28/07 – Distúrbios da articulação patelo-femoral
Palestrante: Marcelo Wiltemburg Alves

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Médico do Instituto Affonso Ferreira participa de congresso internacional na Bélgica

Pioneiros na utilização da técnica do Resurface, o Instituto Affonso Ferreira vem se firmando como referência mundial na prática do recapeamento do quadril, como é conhecido. Prova disso, são as diversas aulas e participações em cirurgias nacionais e internacionais que os médicos do IAF vêm acumulando ao longo do tempo. A exemplo, o ortopedista Ricardo Affonso Ferreira participa do Congresso Mundial de Recapeamento, que acontece entre os dias 16 e 20 de junho, na cidade de Gant, na Bélgica.

O convite para participar do Congresso aconteceu por meio do médico Koen DeSmet – um dos mais conceituados cirurgião nesse tipo de técnica. Durante o encontro, profissionais de todo o mundo farão uma análise dos avanços, a forma como cada profissional realiza o procedimento cirúrgico e vão discutir novas metodologias de aperfeiçoamento. De acordo com o ortopedista Ricardo Affonso Ferreira, a técnica é extremamente cautelosa, com um número expressivo de desafios técnicos em função do posicionamento e do tamanho da prótese, mas os benefícios aos pacientes são evidentes.

“Os benefícios vão desde a estabilidade da nova articulação e do mínimo desgaste entre as próteses até rapidez na recuperação dos pacientes, que em sua grande maioria consegue se movimentar tranquilamente nas primeiras 24 horas do pós-operatório”, enfatiza Ricardo.

Considerada uma das maiores novidades na área ortopédica para o tratamento da artrose do quadril em indivíduos com idade inferior a 50 anos, o resurfacing vem acompanhando o ritmo das demais cirurgias realizadas pelos médicos do Instituto Affonso Ferreira, em Campinas, com um número cada mais crescente de procedimentos realizados no país.

Inovadora, a nova técnica vem superando as expectativas tanto dos médicos quanto dos pacientes submetidos a cirurgia. Segundo Ricardo, a diferença é nítida na recuperação destes pacientes em comparação àqueles operados pelo método tradicional. “O plástico tem baixa resistência e se desgasta no decorrer dos anos, principalmente quando o tamanho da cabeça femoral metálica é grande. Isto faz com que muitos profissionais usem cabeças de menor diâmetro, o que facilita a luxação da prótese”, explica Ricardo, responsável pelas cirurgias de recapeamento do Instituto Affonso Ferreira.

Especialidades do IAF

Com vasta experiência no tratamento de fraturas e seqüelas, o Instituto Affonso Ferreira é um Centro de Referência Nacional para a reconstrução de fraturas graves com perdas ósseas e/ou com infecção associada.

Já para o tratamento de osteoporose, artrose, escoliose, osteoartrite, neurite, dores no pescoço, nas costas e lombar, o IAF oferece as últimas novidades em drogas específicas, além de uma equipe de profissionais formada por médicos e fisioterapeutas especializados.

Além disso, o centro disponibiliza aos pacientes serviços de ortopedia pediátrica, medicina do esporte, cirurgia e microcirurgia de mão, artroscopia, artroplastia de quadril, joelho, cotovelo, ombro e tratamentos psicológicos, com uma estrutura física e humana especializada para dar o melhor atendimento ao paciente e para reabilitá-lo, procurando uma melhoria constante na qualidade de vida.

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Baixas temperaturas agravam dor em pacientes com artrose

O atendimento a pacientes com dores nas articulações chega a aumentar 30% no inverno, de acordo com dados do Instituto Affonso Ferreira

Com a chegada do frio, são comuns pessoas de idades mais avançadas se queixarem de dores nas articulações. Nesta época do ano, o que a maioria das pessoas sonha é ficar mais tempo na cama embaixo das cobertas, ou mesmo ficar encolhido próximo ao calor de uma lareira ou dos aquecedores, tão comuns hoje em dia. A artrose, quadro que frequentemente acomete idosos, é uma grande vilã no período que compreende os meses mais frios do ano. Com a queda de temperatura, pacientes que já sofrem desta doença costumam ter as dores agravadas nessa época. O fato pode ser comprovado no aumento do número de atendimento a pacientes com dores nas articulações durante o inverno. Segundo dados do Instituto Affonso Ferreira em Campinas (SP), há um acréscimo de cerca de 30% no atendimento a pacientes com dores nas articulações.

Segundo a fisioterapeuta-chefe do Instituto Affonso Ferreira, Sylvia Helena F. da Cunha Henriques, a artrose provoca crises de dor geralmente nos meses mais frios do ano ou então após muito esforço. “A dor costuma se agravar porque no inverno as pessoas ficam mais encolhidas, os músculos mais contraídos, há uma diminuição no fluxo sanguíneo por constrição vascular e a friagem deixa a sensibilidade mais evidente”, explica Sylvia.

Esta afecção dolorosa das articulações ocorre por insuficiência da cartilagem, ocasionada por um desequilíbrio entre a formação e a destruição dos seus principais elementos, associada a uma variedade de condições como: sobrecarga mecânica (esforço sobre a articulação), alterações bioquímicas da cartilagem e membrana sinovial (comuns em algumas doenças reumáticas) e fatores genéticos.

Os conhecimentos adquiridos recentemente no estudo dos mecanismos através dos quais a artrose se estabelece levaram a uma alteração no conceito da doença. Antes, a artrose era considerada uma doença progressiva, de evolução arrastada, sem perspectivas de tratamento, encarada por muitos como natural do processo de envelhecimento. Hoje, no entanto, é vista como uma enfermidade em que é possível modificar o seu curso evolutivo, tanto em relação ao tratamento sintomático imediato, quanto ao seu prognóstico.

A fisioterapeuta destaca que durante o inverno devem-se realizar exercícios físicos principalmente com o objetivo de minimizar o desconforto provocado pelas dores articulares e melhorar a qualidade de vida. “O ideal é manter a caminhada entre 20 e 30 minutos diários, mas alguns cuidados precisam ser tomados nos dias frios. Recomenda-se fazer exercícios de aquecimento antes de esforços maiores e sempre no final executar os alongamentos musculares. De preferência, os exercícios devem ser supervisionados por um profissional da área, já que é preciso desenvolver movimentos específicos, que não podem ser realizados em demasia ou mesmo em quantidade inferior ao necessário”, explica Sylvia. Ela lembra ainda que, para quem não quer enfrentar as manhãs frias e escuras de inverno, alguns exercícios matinais realizados em casa melhoram a circulação do sangue e podem aliviar bastante as dores.

O controle da dor

A advogada Elza Maria Narcélio Baider, 70 anos, paciente do Instituto Affonso Ferreira, conta que aprendeu a lidar com as dores nas articulações praticando exercícios matinais. “São 19 anos aprendendo a lidar com a artrose. Já fiz de tudo - de cirurgias a medicamentos - e não há nada que melhore o meu dia e amenize as dores do que exercícios matinais com os alongamentos, realizados nos últimos 4 anos segundo as orientações recebidas no Instituto Affonso Ferreira”. A paciente relata ainda que, antes de optar pelos exercícios, fez uso de uma medicação violenta, o que deu início a uma úlcera. “Só assim, com a fisioterapia onde realizo um programa de exercícios físicos, eu consegui parar de tomar o remédio. Hoje me sinto muito melhor e com uma qualidade de vida que busco melhorar sempre”, confessa.

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Médico brasileiro enviado ao Haiti retorna ao Brasil

Presidente da ONG Expedicionários da Saúde, o ortopedista Ricardo Affonso Ferreira, que embarcou rumo ao Haiti para ajudar no atendimento médico às vítimas do terremoto, já está no Brasil e conta sua experiência

No total, foram 19 dias de uma batalha diária, desdobrando-se para dar conta dos casos de emergência, feridos infeccionados, doentes crônicos, partos, acompanhamento pós-operatório e cuidados de saúde primários na cidade de Les Cayes, uma das regiões mais atingidas pelo terremoto que devastou o Haiti no início do ano. Na bagagem de volta apenas a certeza de ter feito tudo o que foi preciso fazer, novos planos e a necessidade de voltar para dar continuidade ao atendimento médico e hospitalar à população do Haiti. “Só estando lá, vivenciando o caos provocado por um terremoto daquela magnitude, para entender das dificuldades encontradas - tanto pela população, quanto pelos médicos – em manter a estabilidade emocional e seguir a diante. Para eles, qualquer tipo de ajuda, apoio, ou até mesmo um simples aperto de mão, um sorriso e um desejo de boa sorte é supervalorizado. E é isso que nos motiva”, conta o ortopedista Ricardo Affonso Ferreira, membro do Instituto Affonso Ferreira e presidente da ONG Expedicionários da Saúde.

Instalados no Hospital Canadense Brenda Strafford, em Les Cayes, cidade localizada a 150 quilômetros da capital Porto Príncipe, Ricardo comenta que os “Doctor Brasilien” – que na tradução livre quer dizer “Doutores Brasileiros” –, como são conhecidos pela população, tornaram-se referência na região para tratamento de casos ortopédicos complexos. “São dezenas de pessoas que chegam diariamente ao hospital trazendo cartas de recomendações e encaminhamento de diversos centros de triagem e tratamento de muitas partes do país”, relata o ortopedista. “A habilidade, a dedicação e, principalmente, o carinho de toda a equipe de médicos que compõe os Expedicionários da Saúde para com a população haitiana conquistou-os definitivamente”.

Ricardo conta que a maioria dos haitianos que chega para ser atendida pelos médicos dos Expedicionários da Saúde vem com a camiseta da Seleção Brasileira, ou com a estampa da nossa bandeira, ou apenas com o nome do Brasil estampado na roupa, como forma de agradecimento pelos serviços prestados. “É incrível como mesmo em um momento de muita dor, como este, eles têm a preocupação de querer nos agradar e agradecer”, descreve.

No total são 28 voluntários, formado por médicos, enfermeiros, cirurgiões, anestesistas, radiologistas e instrumentadores, que continuam com os atendimentos médicos no Haiti. A demanda, segundo Ricardo, é superior a capacidade de atendimento de cerca de 15 cirurgias diárias que, a depender da complexidade dos casos, o número de atendimentos cai. “Selecionamos os casos mais difíceis e complexos e, com o coração apertado, somos obrigados a declinar o tratamento imediato para os que possuem estado de saúde menos crítico, já sabendo que será muito difícil encontrar auxílio em outro local. Eles entendem a situação e não há mágoas ou exaltações por conta disso”, relata Ricardo.

Como ainda não há data prevista para finalização dos atendimentos no Haiti, o pessoal dos Expedicionários da Saúde montou outras duas equipes que querem ir à Les Cayes, enquanto outros precisam voltar para o Brasil para rever familiares e resolver questões pessoais. De acordo com Ricardo, a segunda equipe viajou rumo ao Haiti no dia 10 de fevereiro, e uma terceira equipe de médicos viajará no dia 25 de fevereiro.

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Cresce o número cirurgias para implante de próteses ortopédicas e videocirurgia

Somente no ano passado, o Instituto Affonso Ferreira realizou cerca de 500 cirurgias para implantes de próteses ortopédicas e 250 cirurgias artroscópicas

O Instituto Affonso Ferreira, clínica especializada em ortopedia, traumatologia e fisioterapia, localizada na cidade de Campinas (SP), vem realizando um número cada vez maior de cirurgias para implantes de próteses ortopédicas. Somente no ano passado, o Instituto realizou cerca de 500 cirurgias para colocação de próteses e 250 cirurgias artrocópicas, ou videocirurgia, como também é conhecida a técnica. Um número significativo, segundo os especialistas, que esperam dobrar os atendimentos médicos cirúrgicos na área ortopédica nos próximos anos.

O aumento da expectativa de vida e das atividades em pacientes com faixa etária mais avançada é apontado pelos especialistas como as principais causas do crescimento do número de cirurgias para implantes ortopédicos. De acordo com a Academia Americana de Ortopedia, nos próximos 10 anos o mercado tende a duplicar as cirurgias ortopédicas em todo o país. “A população brasileira possui hoje um acesso ao atendimento médico capacitado muito maior do que há 20 anos. Além disso, temos uma base tecnológica que atua de forma intensa na produção de equipamentos cada vez mais modernos, valorizando sempre o bem estar dos pacientes”, justifica o ortopedista Marcelo Wittemburg Alves, especialista em ombro e joelho do Instituto Affonso Ferreira.

Segundo Marcelo, o aumento do atendimento também está relacionado à qualificação dos profissionais que compõem a equipe de médicos do IAF. “Contamos com uma infraestrutura moderna, adequada ao atendimento personalizado e, frequentemente, os profissionais do Instituto Affonso Ferreira participam de cursos de capacitação, palestras e intercâmbio no exterior a fim de buscar o aperfeiçoamento e conhecimento das novas técnicas para cirurgias ortopédicas” afirma o ortopedista.

Ainda, segundo Marcelo, as cirurgias mais realizadas pelo Instituto são as de joelho, quadril, artroscopia de ombro e trauma, que vai desde uma lesão causada por acidentes domésticos a deformidades mais graves provocadas por violência no trânsito. Mas é a artrose- doença degenerativa que afeta cerca de 10% da população aos 40 anos e quase 80% aos 80 anos-, a maior causadora de patologias no joelho e no quadril. “Em pacientes jovens, a maior incidência de patologias continua sendo o acidente de esporte, que expõe qualquer pessoa que pratica alguma atividade física ao risco”, explica.

A duração média de uma prótese pode variar de 10 a 30 anos. Mas é preciso que haja alguns cuidados fundamentais para garantir um pós-operatório tranqüilo e sem dores. Além das revisões periódicas com o ortopedista, é necessário que o paciente seja submetido a sessões de fisioterapia especializada na reabilitação. Segundo a fisioterapeuta do IAF, Sylvia Helena Ferreira da Cunha Henriques, o sucesso na reabilitação está diretamente ligado ao trabalho de fisioterapia realizado no pós-operatório.

Curso de Especialização em Fisioterapia Traumato-Ortopédica Funcional
O Instituto Affonso Ferreira prorrogou as inscrições para o curso de especialização em Fisioterapia Traumato-Ortopédica Funcional, programado para o ano letivo de 2010. Os interessados têm agora até o dia 17 de fevereiro para se inscreverem. A prova seletiva para o preenchimento das vagas acontece no dia 19 de fevereiro, às 9h, na sede do Instituto – Avenida José Bonifácio, 2656, Jardim Flamboyant, em Campinas.

O curso é destinado a fisioterapeutas graduados e irá fornecer subsídios para formação de um profissional avaliador clínico especialista em Ortopedia, Traumatologia e Esportes, com visão crítica e competência técnica para o tratamento clínico de excelência. De acordo com a coordenadora da especialização, Sylvia Helena Ferreira da Cunha Henriques, o curso tem duração de 12 meses, com carga horária de 1.480 horas/aulas, sendo as aulas práticas realizadas diariamente no período da manhã, tarde ou noite, além da parte teórica.

Para realizar a inscrição é necessário que o candidato preencha a ficha disponível no endereço eletrônico www.iafortopedia.com.br e efetue o pagamento de R$50,00 (cinqüenta reais) na sede o IAF. O processo seletivo consta da avaliação do currículo, prova escrita específica da área, tradução de um texto de fisioterapia ortopédica do inglês para o português e entrevista. Mais informações podem ser obtidas no site www.iafortopedia.com.br .

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Curso de Especialização em Fisioterapia Traumato-Ortopédica Funcional

O Instituto Affonso Ferreira prorrogou as inscrições para o curso de especialização em Fisioterapia Traumato-Ortopédica Funcional, programado para o ano letivo de 2010. Os interessados têm agora até o dia 17 de fevereiro para se inscreverem. A prova seletiva para o preenchimento das vagas acontece no dia 19 de fevereiro, às 9h, na sede do Instituto – Avenida José Bonifácio, 2656, Jardim Flamboyant, em Campinas.

O curso é destinado a fisioterapeutas graduados e irá fornecer subsídios para formação de um profissional avaliador clínico especialista em Ortopedia, Traumatologia e Esportes, com visão crítica e competência técnica para o tratamento clínico de excelência. De acordo com a coordenadora da especialização, Sylvia Helena Ferreira da Cunha Henriques, o curso tem duração de 12 meses, com carga horária de 1.480 horas/aulas, sendo as aulas práticas realizadas diariamente no período da manhã, tarde ou noite, além da parte teórica.

Para realizar a inscrição é necessário que o candidato preencha a ficha disponível no endereço eletrônico www.iafortopedia.com.br e efetue o pagamento de R$50,00 (cinqüenta reais) na sede o IAF. O processo seletivo consta da avaliação do currículo, prova escrita específica da área, tradução de um texto de fisioterapia ortopédica do inglês para o português e entrevista. Mais informações podem ser obtidas no site www.iafortopedia.com.br .

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Expedicionários da Saúde prestarão atendimento às vítimas do Haiti

A organização não-governamental Expedicionários da Saúde se prepara para atender as vítimas atingidas pelo terremoto que devastou o Haiti na semana passada. Para isso, o ortopedista e coordenador da ONG, Ricardo Affonso Ferreira, embarcou rumo à capital Porto Príncipe para escolha do local onde deverá ser montada toda a infra-estrutura para atendimento à população haitiana. A ação conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Campinas.

Há sete anos prestando atendimento médico e cirúrgico às comunidades indígenas da Amazônia, os Expedicionários da Saúde dispõe de um Centro Cirúrgico Móvel (barraca especial que pode ser levada para regiões de difícil acesso) e querem levar esta estrutura para o Haiti, considerando as dificuldades de atendimento médico no país, já que 80% estrutura básica foi completamente destruída, inclusive estruturas médicas. “Não podemos ver tudo isso acontecer e simplesmente ficarmos de braços cruzados. A idéia e levar toda a estrutura que dispomos e profissionais das áreas de trauma, ortopedia, pediatria, pronto-socorristas e emergêncistas para atender a população atingida pelo terremoto”, destaca o ortopedista e coordenador da Expedicionários da Saúde, Ricardo Affonso Ferreira.

Ao todo deverão embarcar cerca de 30 profissionais da área de saúde. A equipe tem feito reuniões diárias para definição de todos os detalhes. A logística do material é a principal preocupação dos profissionais neste momento, já que parte do equipamento tem que ser retirado na Base Aérea de Manaus, área de atuação dos Expedicionários da Saúde, e levados para o Haiti, onde a falta de transporte e a demora para o recebimento dos equipamentos podem atrasar o início das operações. O embarque do restante do material e os profissionais de saúde será feito em Campinas.

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Instituto Affonso Ferreira abre inscrições para Curso de Especialização em Fisioterapia Traumato-Ortopédica Funcional

O Instituto Affonso Ferreira (IAF), localizado na cidade de Campinas (SP), está com inscrições abertas para o curso de especialização em Fisioterapia Traumato - Ortopédica Funcional, programado para o ano letivo de 2010. As inscrições prosseguem até o dia 26 de janeiro e a prova seletiva para o preenchimento das vagas acontece no dia 28 de janeiro, às 9h00, na sede do Instituto- Avenida José Bonifácio, 2656, Jardim Flamboyant.

O curso é destinado a fisioterapeutas graduados e irá fornecer subsídios para formação de um profissional avaliador clínico especialista em Ortopedia, Traumatologia e Esportes, com visão crítica e competência técnica para o tratamento clínico de excelência. De acordo com a coordenadora da especialização, Sylvia Helena Ferreira da Cunha Henriques,o curso tem duração de 12 meses, com carga horária de 1.480 horas/aulas, sendo as aulas práticas realizadas diariamente no período da manhã, tarde ou noite, além da parte teórica.

Para realizar a inscrição é necessário que o candidato preencha a ficha e efetue o pagamento de R$50,00 (cinqüenta reais) na sede o IAF, localizado na Avenida José Bonifácio, 2656, Jardim Flamboyant, em Campinas. O processo seletivo consta da avaliação do currículo, prova escrita específica da área, tradução de um texto de fisioterapia ortopédica do inglês para o português e entrevista.

Mais informações podem ser obtidas nesta página.

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José Carlos Affonso Ferreira é o mais novo Membro Emérito da Sociedade Internacional de Cirurgia Ortopédica e Traumatológica

O ortopedista José Carlos Affonso Ferreira, Diretor Fundador do Instituto Affonso Ferreira, em Campinas (SP), é o mais novo Membro Emérito da Sociedade Internacional de Cirurgia Ortopédica e Traumatológica (Societé Internationale du Cirurgie Ortopedique et Traumatogique), com sede na Bélgica. A entidade, que agrega os mais importantes profissionais do mundo da ortopedia, fez o convite pelo reconhecimento dos importantes serviços prestados por Ferreira no setor.

Considerado um dos maiores expoentes de novas técnicas cirúrgicas na área da ortopedia no país, com trabalhos reconhecidos internacionalmente, José Carlos Affonso Ferreira tem mais de cinqüenta anos de profissão dedicados à medicina, aos estudos e acompanhamento das novas técnicas cirúrgicas ortopédicas.

É especialista em ortopedia e graduado pela Faculdade nacional de Medicina da Universidade do Brasil, em 1956. Realizou residência por cinco anos em hospitais de Nova Iorque e Memphis, nos Estados Unidos. Foi fundador do Centro Médico Campinas, em 1974, e do Instituto Affonso Ferreira, em 1980. Especializou-se nas áreas de Ciências Básicas, pela New York University, e em Patologia Óssea, no Memorial Hospital, ambos em Nova Iorque, Estados Unidos. Concluiu pós-graduação na Universidade de Viena, na Áustria.

Fez a titulação de Doutorado na Unicamp em 1974, quando foi aprovado com nota máxima. Como conceituado profissional da área de ortopedia e traumatologia, José Carlos Affonso Ferreira ocupou a presidência da Comissão de Ensino e Treinamento da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) entre os anos de 1980 e 1992, período em que desenvolveu e implantou os Exames de Certificação Informatizados, modificando as formas de avaliação dos candidatos ao título de especialista, garantindo assim um maior rigor na sua realização. È ex-presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Quadril.

Ao longo de sua carreira, desenvolveu diversos projetos de próteses totais de joelhos e atualmente trabalha como coordenador do Banco de Ossos de Campinas. Tem realizado pesquisas e projetos pioneiros que envolvem técnicas cirúrgicas - divulgadas tanto no Brasil como no exterior.

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Palestras com antropóloga e Indigenista marcam mais uma viagem dos Expedicionários da Saúde

Expedição atenderá os índios da etnia Sateré Mawé na divisa entre os estados do Amazonas e Pará

Os Expedicionários da Saúde se preparam para mais uma viagem de solidariedade no Amazonas. Em novembro, o grupo vai atender as comunidades indígenas da etnia Sateré Mawé, na região da divisa entre os estados do Amazonas e Pará, às margens do Rio Andirá. E como tradicionalmente acontece, alguns dias da expedição, os profissionais envolvidos se reúnem para definir os detalhes da viagem. Neste sábado (17 de outubro), a partir das 10h00, acontece um encontro na sede do Instituto Affonso Ferreira , em Campinas, com a realização de palestras que envolvem dois convidados especiais: a antropóloga Sonia Lorenz e o Indigenista Sydney Possuelo.

“A Sonia tem uma experiência de vida nesta região onde estaremos atuando, pois morou por cinco anos com os índios da etnia Sateré Mawé. Vai passar informações preciosas. E o Sidney é reconhecido pela defesa dos direitos indígenas. Portanto, são palestras imperdíveis”, garante o ortopedista Ricardo Affonso Ferreira , idealizador e presidente da ONG Expedicionários da Saúde.

Nesta, que será a 15ª Expedição, o grupo levará um total de 35 profissionais, entre médicos, enfermeiros e pessoal de apoio. Em seis anos de atividades, o saldo apresenta um total de 8.935 atendimentos e 1.975 cirurgias. “A cada nova expedição uma alegria. O trabalho tem sido gratificante tanto para nós, que ganhamos muito como experiência de vida, quanto para os índios, que se beneficiam com um atendimento feito com o mais alto nível de qualidade”, acrescenta Ricardo. A Expedição será realizada entre os dias 30 de outubro e 8 de novembro e tem o apoio do Ministério da Defesa através do Comando Militar da Amazônia, Força Aérea Brasileira e uma forte parceria com os DSEIs - Distritos Sanitários Especiais Indígenas.

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Especialista do IAF participa do I Encontro Internacional de Artroscopia do Quadril

O ortopedista Marcelo Witemburg Alves participará do encontro para trocar experiências com os melhores profissionais da área em todo o mundo

Considerada a maior novidade dos últimos tempos em se tratando de cirurgias ortopédicas na região de quadril, a artroscopia vem ganhando efetivamente seu espaço em todo o mundo. As vantagens da nova técnica são muitas, que vão desde o diagnóstico preciso, sem grandes incisões, o que diminui os riscos de infecções, até uma recuperação mais rápida. Por conta da crescente difusão da nova técnica, médicos ortopedistas do mundo inteiro estarão se reunindo no primeiro Encontro Anual da Sociedade Internacional de Artroscopia do Quadril para discutir, compartilhar experiências e expandir conhecimentos sobre a artroscopia do quadril. O encontro acontece entre os dias 9 e 11 de outubro, no Hospital for Special Sugery, na cidade de Nova Iorque (EUA).

Sempre atento a difusão de novas técnicas da área ortopédica, o Instituto Affonso Ferreira, localizado na cidade de Campinas (SP), é pioneiro na realização de cirurgias via artroscopia e um dos poucos no país a realizar esse tipo de cirurgia nas regiões do ombro, cotovelo, pulso, joelho e quadril. O ortopedista Marcelo Witemburg Alves, especialista em vídeocirurga que estará participando do encontro em Nova Iorque, considera a artroscopia como a maior novidade dos últimos tempos, já que a técnica permite um diagnóstico mais preciso, permitindo que o médico visualize toda a articulação em sua forma natural de funcionamento.

“Apesar de simples, a técnica exige um grande aprendizado. A cirurgia consiste na introdução de uma micro-câmera na articulação e as imagens obtidas por meio de um monitor permitem que seja verificada a presença ou não de tecidos lesionados. Quando o paciente é submetido a procedimento convencional, ou seja, cirurgia aberta, os tecidos normais são afetados, o que não ocorre na artroscopia”, explica Witemburg.

O ortopedista chama a atenção para a realização desse tipo de cirurgia na região do quadril. Segundo Marcelo, o tratamento de patologias do joelho e demais regiões por vias artroscópicas pode já ser familiar para muitos médicos. Entretanto, o uso do artroscópio para examinar e tratar certas doenças do quadril é um novo conceito para os profissionais da área de saúde. “Nossa experiência com artroscopia tem sido muito gratificante, tanto para nós (médicos) como para os pacientes, porém é importante ressaltar que a artroscopia do quadril é um procedimento muito trabalhoso, tecnicamente complexo, o que exige muita paciência e experiência”.

Por meio da artroscopia, é possível conseguir os mesmos resultados das cirurgias convencionais, como tratar o impacto fêmur acetabular, junta da clavícula, costurar tendões, desbastar o osso sem a inconveniência de grandes cortes e internação do paciente. No procedimento de cirurgia aberta, a equipe médica pode demorar até uma hora e meia para chegar na articulação. “Já com a artroscopia, este tempo é extremamente reduzido, diminuindo o risco de complicações, infecções, dor e outras ocorrências”, completa Marcelo. Outra boa notícia é que esse tipo de cirurgia pode ser realizada pelos planos de saúde.

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Instituto Affonso Ferreira amplia seu setor de fisioterapia

A procura por tratamentos os últimos meses cresceu 35% e a adequação foi necessária para manter o padrão de atendimento

No mês em que se comemora o Dia do Fisioterapeuta - 13 de Outubro, o Instituto Affonso Ferreira, de Campinas, considerado centro de referência do tratamento ortopédico no Brasil, amplia o seu espaço para recuperação de pacientes portadores de alterações ortopédicas, traumatológicas, reumatológicas e do esporte, entre outros. “Nos últimos meses tivemos um aumento de 35% de pacientes em nosso departamento de fisioterapia e precisamos adequar o espaço para manter o atendimento padrão”, conta a coordenadora do departamento de fisioterapia do IAF, Sylvia Helena Ferreira da Cunha Henriques.

Com a ampliação, segundo Sylvia, o IAF vai manter uma equipe completa no departamento e a vantagem é que cada fisioterapeuta poderá trabalhar com um número menor de pacientes. “Já atendemos pacientes de todo o país e quando a pessoa vem de muito longe, ele leva nosso programa de tratamento para continuar os procedimentos em sua cidade de origem, isto já na fase final de recuperação”, garante.

A fisioterapia do Instituto Affonso Ferreira segue os padrões internacionais, com a utilização de técnicas cientificamente comprovadas. Os pacientes passam por avaliação física antes de iniciar qualquer tratamento, onde são indicados os exercícios a serem aplicados. A cada 10 sessões, é feita a reavaliação para orientar o paciente de como será a sequência do tratamento, com as atividades indicadas. “A fisioterapia faz parte do tratamento, pois não temos como recuperar um paciente sem ela”, diz. “Nossos fisioterapeutas estão treinados para um tratamento diferenciado e humano. Na primeira avaliação, o paciente explica o que ele tem, o que causou a doença e assim ele fica mais seguro, aprende o que vai fazer”, explica Sylvia. Entre os tratamentos oferecidos pelo departamento de fisioterapia do IAF estão o ombro, cotovelo, mão, coluna, joelho, próteses de quadril, tornozelo e pós operatório.

Curso de especialização

O Instituto Affonso Ferreira está com inscrições abertas para o curso de especialização em Fisioterapia Traumato-Ortopédica Funcional. As aulas são destinadas a fisioterapeutas graduados e fornecerão subsídios para formação de um profissional avaliador clínico especialista em Ortopedia, Traumatologia e Esportes, com visão crítica e competência técnica para o tratamento clínico de excelência. O curso tem duração de 12 meses, com carga horária de 1.480 horas/aulas, sendo as aulas práticas realizadas diariamente no período da manhã, tarde ou noite, além das aulas teóricas.

Para fazer a inscrição, é necessário que o candidato preencha a ficha disponível nesta página. O processo seletivo consta da avaliação do currículo, prova escrita específica da área, tradução de um texto de fisioterapia ortopédica do inglês para o português e entrevista.

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Instituto Affonso Ferreira une esforços para reciclagem de chapas de raio-X

Descarte ecológico faz parte do conjunto de ações sustentáveis do Instituto, que utiliza novo sistema de Radiologia Digital

Referência no país em tratamentos ortopédicos, o Instituto Affonso Ferreira, localizado em Campinas (SP), demonstra mais uma vez sua preocupação com a preservação do meio ambiente por meio de ações sustentáveis. Com a implantação do sistema de Radiologia Digital na clínica, que tem como principal característica a rapidez e a segurança no diagnóstico, as antigas chapas de raio-X, que ficavam arquivadas no estabelecimento, tiveram que ser totalmente digitalizadas. Para que o material tivesse um destino certo, o IAF ofereceu as antigas chapas para a empresa DPC Brasil, que será responsável pelo aproveitamento e reciclagem do material.

Como contém metanol, amônia e metais pesados como cromo, as chapas usadas acabam carregando resíduos tóxicos que agridem o meio ambiente e podem levar séculos para se decompor. Segundo Rogério, da empresa DPC Brasil, no processo de reciclagem é feito a extração de cristais de prata, contidos nas superfície das chapas de raio-X, que podem também ser utilizados para produção de talheres e jóias, por exemplo. “O restante do material nós utilizamos para fabricar embalagens e garrafas de plástico”, garante Rogério.

A preservação ambiental sempre foi uma preocupação do Instituto Affonso Ferreira, que agora contribui de forma eficiente para que os resíduos tenham um destino certo e sejam reaproveitados da melhor forma possível.

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Técnicos de radioterapia de Campinas vão ministrar curso em Angola

O convite partiu dos Ministério das Relações Internacionais em parceria com o governo japonês

Cada vez mais, os profissionais da área de saúde de Campinas servem de parâmetro, não somente no Brasil, mas para vários países do mundo. Os mais recentes casos são os técnicos em radiologia Wilmar Torrano e Robinson José da Silva, que entre os dias 4 e 21 de agosto, vão ministrar aulas para trinta técnicos do Hospital Josina Machel e mais quatro postos de saúde da região de Luanda, capital da Angola. O convite partiu do governo brasileiro por meio da Agência Brasileira de Cooperação, órgão ligado ao Ministério das Relações Internacionais.

Torrano, que é profissional do Instituto Affonso Ferreira e participa do intercâmbio pela segunda vez consecutiva, tinha o direito de convidar outro profissional da área para ministrar as aulas e resolveu convidar seu ex-aluno Robinson, que também atua em Campinas. “È um intercâmbio profissional com outros países que também tem o português como idioma”, lembra Torrano. “Na verdade, é uma parceria entre o Japão e o Brasil, onde os japoneses levam os equipamentos de última geração e nós entramos com a experiência profissional. Antes, o governo japonês envia um profissional para organizar todo o esquema, inclusive aluguel de carros e estadia. Já chegamos com a única preocupação de ensinar os técnicos de lá”, destaca.

Segundo Torrano, este intercâmbio é muito importante porque Angola é um país carente e seus profissionais da saúde dependem dessas ações internacionais para conseguir se atualizar. “passaremos informações importantes, como exames musculoesqueléticos, tórax, crânio, abdomem e aparelho digestivo”, ressalta.

A Agência Brasileira de Cooperação (ABC), que integra a estrutura do Ministério das Relações Exteriores (MRE), tem como finalidade negociar, coordenar, implementar e acompanhar os propgramas e projetos brasileiros de cooperação técnica, executados com base nos acordos firmadoss pelo Brasil com outros países e organismos internacionais.

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Instituto Affonso Ferreira implanta sistema de Radiologia Digital

Referência no país em tratamentos ortopédicos, o Instituto Affonso Ferreira inova mais uma vez seus procedimentos diagnósticos com a implantação do novo sistema de Radiologia Digital. O equipamento, que já está em funcionamento na clínica, vem surpreendendo médicos e pacientes com os resultados alcançados. “A segurança no diagnóstico e a rapidez em que o procedimento é realizado é uma das características mais marcantes do novo método”, explica o técnico em radiologia, Wilmar Torrano, que em pouco mais de 30 dias já realizou cerca de 200 procedimentos com o novo equipamento.

As vantagens do sistema digital em relação ao convencional começam pelos benefícios ao paciente, que pode ter o seu diagnóstico e tratamento com maior eficiência e rapidez. A redução na dose radiológica pode alcançar até 75%, de acordo com o tipo de exame, sendo recomendado especialmente em áreas como a pediatria. O tempo e repetição de exames também diminuem e a produtividade aumenta em pelo menos 50% com todos os processos de rotina automatizados. Além disso, o sistema dispensa gastos com filmes radiológicos.

A preservação ambiental é outra característica importante do equipamento, já que ele consome menos energia e não utiliza elementos tóxicos como metanol, amônia e até mesmo os metais pesados, presentes nos filmes convencionais. Além disso, o Instituto Affonso Ferreira tem evitado a impressão de muitos filmes, contribuindo, dessa forma, na redução de resíduos despejados no meio ambiente.

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Expedicionários da Saúde comemoram os resultados da viagem à Aldeia de Novo Paraíso, na Amazônia

Durante sete dias, os médicos que compõem a equipe dos Expedicionários da Saúde
realizaram 1.391 atendimentos e 296 cirurgias

Nem mesmo as fortes chuvas que atingiram toda a região da Amazônia no mês de abril, provocando enchentes em muitos rios - dentre eles o Solimões - desanimaram a equipe médica dos Expedicionários da Saúde. Muito pelo contrário, para esses médicos o desafio costuma ser motivador, ainda mais quando o propósito final é ajudar o próximo, é o que garante o idealizador e presidente da ONG, Ricardo Affonso Ferreira. “Mesmo com tantos obstáculos, o resultado desta expedição foi surpreendente. Ver aquelas pessoas chegarem de barco, depois de terem viajado por mais de 24 horas e enfrentado as enchentes do rio para serem atendidas é uma experiência inesquecível”, confessa Ferreira.

Durante os sete dias em que os Expedicionários da Saúde estiveram na Aldeia de Novo Paraíso, localizada no município de São Paulo de Olivença, noroeste da Amazônia, foram realizadas 1.391 atendimentos e 296 cirurgias, das quais 174 foram oftalmológicas e as outras 122, gerais. Este ano, a equipe médica dos Expedicionários contou com o acompanhamento do anestesiologista José Luiz Gomes do Amaral, atual presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), que ficou encantado com o trabalho realizado pela equipe e, segundo ele, já vestiu a camisa da ONG.

Essa foi a décima terceira vez que os Expedicionários da Saúde deixaram seus compromissos do dia-a-dia para embarcar em uma viagem cujo propósito é unicamente prestar atendimento gratuito e de qualidade às comunidades indígenas da Amazônia. O grupo, que inclui oftalmologista, ortopedista, anestesiologista, cirurgião geral, pediatra e médica da família, além de enfermeiras e profissionais de logística, que chega 10 dias antes para montar toda infraestrutura no local. Ao todo, são mais de oito toneladas de carga, entre barracas do Centro Cirúrgico Móvel, geradores, aparelhos de ar condicionado, equipamentos cirúrgicos, medicamentos, materiais de consumo, etc.

Sobre os Expedicionários da Saúde
A iniciativa da expedição surgiu em 2002, quando um grupo de amigos, formado por médicos e executivos em viagem ao Pico da Neblina (AM), teve a oportunidade de conhecer uma aldeia Yanomami. Surgiu então a idéia de usar toda a experiência profissional deles para melhorar a qualidade de vida da população indígena daquela região. E, para isso, buscaram entender a cultura local. Com a ajuda de antropólogos, procuraram as instituições responsáveis pelo atendimento à saúde na região para entender como trabalhavam e planejar uma atuação conjunta para somar esforços. Assim, em 2003, foi oficialmente estruturada a Associação Expedicionários da Saúde .

O grupo tem apoio do Comando Militar da Amazônia, que garante o transporte da equipe desde Manaus até um ponto de apoio em aviões da Força Aérea Brasileira (FAB). Uma das grandes dificuldades é o acesso aos locais de atendimento, que tem de ser feito por barcos. Também há uma forte parceria com os DSEIs - Distritos Sanitários Especiais Indígenas , Funasa e Funai , mas todo trabalho só é viabilizado em função de patrocinadores importantes que a cada expedição, contribuem com doações materiais, em serviços e financeiras.

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XIII Jornada Paulista de Patologia do Quadril terá convidados internacionais em Campinas

Entre as novidades do encontro está o primeiro curso de traumatologia do quadril, que acontece no primeiro dia de evento

Campinas demonstra mais uma vez sua vocação para o desenvolvimento científico e atendimento hospitalar do país. A cidade vai sediar entre os dias 18 e 20 de junho a XIII Jornada Paulista de Patologia do Quadril (JOPPAQ). O encontro, que acontece no The Royal Palm Plaza e é considerado um dos mais importantes do país na área de patologia do quadril, é realizado pela Sociedade Brasileira de Quadril – Regional Paulista- e tem como presidente o médico campineiro José Carlos Affonso Ferreira.

Uma das novidades desta edição é o primeiro curso de traumatologia do quadril, que acontece no primeiro dia de evento. Entre outros assuntos, o curso abordará as fraturas do colo femoral, acessos acetabulares , fraturas-luxações do quadril e as falhas decorrentes tanto dos implantes como dos cirurgiões na hora do procedimento.

A JOPPAQ é promovida anualmente, intercalando cada edição nas cidades de Campinas e Ribeirão Preto. Durante o evento, os congressistas terão a oportunidade de conhecer em profundidade técnicas, exames e recursos tecnológicos das patologias do quadril. Entre os convidados internacionais, já estão confirmados Joaquin Lara (Chile), Joseph Daniel (Inglaterra) e Thomas Sampson (EUA).

Paralelamente a XIII JOPPAQ, os organizadores vão promover a II JOFIPAQ- Jornada de Fisioterapia e Patologias do Quadril. Para a Jornada, são esperados mais de 300 médicos especializados que irão discutir temas como Recapeamento, Navegação na Cirurgia do Quadril, Impacto fêmoro-acetabular, Necrose Asséptica e Quadril infantil, dentre outros. Maiores informações podem ser obtidas pelo site: www.vsfutura.com.br/joppaqcampinas2009.

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