Artroplastia Total do Joelho feita pelo sistema de navegação garante maior precisão às cirurgias ortopédicas

Poucas vezes utilizada no país, a nova técnica cirúrgica possui o acompanhamento do computador e interação de instrumentos manipulados pelo cirurgião.

Os procedimentos médicos nos últimos anos têm evoluído muito, principalmente, no que diz respeito a pacientes que, por algum motivo, têm a necessidade de passar por algum tipo de processo cirúrgico. O que antes era considerado uma cirurgia de alto risco, hoje pode ser feito com maior precisão, reduzindo o tempo cirúrgico e os números de complicações. É o caso da cirurgia de Artroplastia Total do Joelho guiada pelo sistema de navegação digital, considerada um dos avanços tecnológicos mais significativos no implantes de próteses na ortopedia atual. Sensores colocados no paciente e conectados a um software indicam, com precisão, os cortes ósseos e o posicionamento correto da prótese, corrigindo pequenos erros não observados a olho nu, como o correto alinhamento e balanceamento ligamentar da articulação.

A nova técnica, não popular ainda no país, tem o acompanhamento do computador e interação de instrumentos e implantes manipulados pelo cirurgião com a parte do corpo do paciente que é operado. O monitor mostra imagens virtuais em dois ou mais planos com a apresentação de medidas de distâncias e ângulos, dando um posicionamento perfeito onde o cirurgião deve agir. As imagens e medidas facilitam a cirurgia e garantem a precisão dos movimentos médicos e, conseqüentemente, maior durabilidade da prótese.

O Instituto Affonso Ferreira, localizado na cidade de Campinas (SP), é um dos pioneiros na utilização cirurgia assistida pelo computador. Em pouco mais de um ano, o Instituto já contabiliza 20 cirurgias de artroplastias feitas com o auxílio da navegação entre mais de 100 artroplastias de joelho do método convencional, um número bastante expressivo em se tratando de uma técnica que vem sendo utilizada há tão pouco tempo no país. De acordo com o ortopedista Marcelo Wiltemburg Alves, especialista na realização do procedimento, a nova técnica traz diversas vantagens tanto para o paciente como para a equipe médica.

“A tecnologia permite a precisão dos cortes ósseos realizados, obtendo um resultado imediato muito mais adequado e uma durabilidade da prótese articular muito maior, pois, a principal causa de falha na cirurgia e consequentes revisões, diz respeito aos cortes ósseos realizados de forma inadequada e erro de posicionamento dos implantes, o que pode ser evitado com o controle da cirurgia por meio do computador”, justifica Wiltemburg.

Reconhecimento e Know-how
Pioneiros na utilização de novas técnicas cirúrgicas na área da ortopedia e traumatologia, o Instituto Affonso Ferreira atinge o mesmo nível tecnológico das melhores instituições do país e do mundo em sua especialidade. A participação frequente dos especialistas do IAF em congressos mundiais e cursos de atualizações vêm crescendo a cada ano, permitindo que os pacientes brasileiros recebam tratamento semelhante aos encontrados em países considerados de primeiro mundo. Somente em 2008, foram mais de 10 viagens ao exterior, sempre com o intuito de aperfeiçoar os conhecimentos e aplicabilidade de novas técnicas cirúrgicas na área da ortopedia.

Em uma de suas viagens mais recentes à França, Witemburg pôde participar de uma série de cirurgias em laboratórios com peças de cadáver e acompanhar cirurgias ao vivo tanto de artroplastias quanto artroscopias em joelho, ombro e quadril. De acordo com o ortopedista, que por diversas vezes participou de maratonas de cirurgias no exterior, a quantidade de procedimentos realizados varia com o tempo de estadia no país. “Numa viagem como essa da França, em dois dias, é possível participar de até 20 cirurgias. E o mais vantajoso disso tudo é o aprendizado das novas técnicas em cirurgia de joelho, que poderá ser refletido diretamente no atendimento aos nossos pacientes”, finaliza Marcelo.

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Médico do Instituto Affonso Ferreira faz especialização no Chile

O ortopedista do Instituto Affonso Ferreira, Leandro Drago Mendes, está no Chile para um curso de especialização na Clínica Alemana, uma das instituições de ortopedia mais conceituadas da América do Sul. O convite partiu da equipe do médico Joaquim Lara, também um dos convidados especiais da Jornada Paulista de Patologia do Quadril (JOPPAQ), que acontece no mês de junho, em Campinas.

Durante um mês, Leandro fará especialização de cirurgias de alta complexidade do quadril, como artroplastias, próteses totais e artroscopias. “É uma oportunidade única para atualização profissional porque a Alemana é a clínica mais importante do Chile, considerado um dos países mais desenvolvidos em termos de ortopedia mundial”, destaca Leandro.

Para se ter uma idéia da importância deste intercâmbio, o médico Joaquim Cara é chefe da Clínica Alemana, que faz parte da Faculdade de Medicina de Santiago. “Para nós, que somos profissionais do Instituto Affonso Ferreira, a participação em congressos e cursos de atualização é muito importante para o acompanhamento dos principais avanços tecnológicos na área da ortopedia mundial. Vamos adquirir novos conhecimentos para disponibilizar aos nossos pacientes aqui em Campinas”, conclui Leandro.

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José Carlos Affonso Ferreira participa de Congresso no Chile

Entre os dias 26 e 27 de março, o médico José Carlos Affonso Ferreira, do Instituto Affonso Ferreira, em Campinas (SP), estará participando da X Jornada de Traumatologia, que acontece na Clínica Alemana de Santiago, na capital do Chile. Na ocasião, cerca de 200 ortopedistas do mundo todo estarão reunidos para discutir os avanços da área, principalmente dos temas artroscopia do quadril, fratura de ombro e impacto fêmuro-acetabular

O convite para participação do Congresso partiu do médico Joaquin Cara, também um dos convidados especiais da Jornada Paulista de Patologia do Quadril (JOPPAQ), que acontece no mês de junho, em Campinas. Cara é chefe da Clínica Alemana, que faz parte da Faculdade de Medicina de Santiago.

“É a clínica mais importante do Chile, considerado um dos países mais desenvolvidos em termos de ortopedia mundial”, garante José Carlos. “Fui convidado a participar e estou muito empolgado com a oportunidade de trocar experiências com médicos conceituados internacionalmente”, diz José Carlos.

Para os profissionais do Instituto Affonso Ferreira, a participação em congressos e cursos de atualização é muito importante para o acompanhamento dos principais avanços tecnológicos na área da ortopedia mundial. “Estamos atentos com o que acontece no mercado internacional para proporcionar aos nossos pacientes um atendimento semelhante aos encontrados nos países considerados de primeiro mundo, conclui José Carlos.

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Médico do IAF vai ao Rio participar de novo curso sobre próteses

Expandir conhecimentos e aperfeiçoar novas técnicas cirúrgicas tem sido o maior objetivo dos médicos que compõe o corpo clínico do Instituto Affonso Ferreira, clínica especializada em ortopedia, traumatologia e fisioterapia, que está localizada na cidade de Campinas (SP). Prova disso, será a viagem que o ortopedista Marcelo Wiltemburg Alves fará à cidade do Rio de Janeiro para participar de mais um encontro nacional que discutirá as aplicações da prótese reversa. O encontro acontece nesta segunda-feira, dia 23 de março, no Hospital Traumato Ortopedia, na capital fluminense.

Segundo o especialista, que por diversas vezes participou de congressos e cursos nacionais e internacionais, o procedimento da prótese reversa possibilita a pacientes que haviam perdido o movimento do ombro, recuperá-lo em, pelo menos, 120º graus, viabilizando a realização de atividades cotidianas, como pentear os cabelos. “A prótese surgiu para resolver problemas que não tinham como serem solucionados com outras técnicas”, explica Marcelo.

Normalmente o procedimento é realizado em idosos acima de 60 anos, que é quando ocorrem os maiores problemas nas articulações e degenerações. O especialista afirma que, somente em casos excepcionais, a prótese pode ser indicada para pacientes jovens.

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Instituto Affonso Ferreira completa 80 mil atendimentos

O Instituto Affonso Ferreira – clínica especializada em ortopedia e fisioterapia, com sede na cidade de Campinas (SP) – acaba de alcançar a importante marca de 80 mil atendimentos realizados. O paciente que, sem saber, passou a fazer parte da história do IAF é o operador de tecelagem Fábio Batista Alves, morador no bairro Campos Elíseos, em Campinas, atendido gratuitamente.

“Bati com meu dedo na parede, estava doendo muito e fiquei com medo de fratura. Fui muito bem atendido e, depois de um exame de raio X, ficou constatado que nada de grave havia ocorrido”, conta Fábio que, por causa do acidente, ficou três dias afastado do serviço. “Já estou bom e minha rotina voltou ao normal”, completa.

Fundado no dia 25 de junho de 1981, pelo ortopedista José Carlos Affonso Ferreira, o IAF tem se consolidado como um dos pioneiros na utilização de novas técnicas cirúrgicas na área da ortopedia e traumatologia. Procurado por pacientes de todo o Brasil e também do exterior, o IAF atinge o mesmo nível tecnológico das melhores instituições do país e do mundo em sua especialidade. A participação frequente dos especialistas do IAF em congressos mundiais e cursos de atualizações vêm crescendo a cada ano, permitindo que os pacientes brasileiros recebam tratamento semelhante aos encontrados em países considerados de primeiro mundo.

Entre as especialidades do IAF, destacam-se as cirurgias de prótese de quadril e joelho (artroplastias e recapeamento), artroscopias e cirurgias de coluna. O serviço de fisioterapia tem à disposição estrutura com capacidade de identificar, tratar e prevenir doenças, principalmente no pré e pós-operatório das artroplastias, artroscopias e cirurgias de coluna vertebral.

À frente do IAF desde sua fundação, José Carlos Affonso Ferreira, que já ministrou aulas na Unicamp (25 anos) e PUC (12 anos), conta que antigamente a profissão de ortopedista era mais complexa. “O trabalho era rústico, com placas, parafusos. Tudo mudou”, resume.

Pioneiro

Durante estes 28 anos de fundação, o Instituto Affonso Ferreira tem como um dos marcos mais importantes o fato de ter sido o pioneiro a trazer para o Brasil, no final da década de 80, o procedimento de artroscopia, inicialmente no joelho e posteriormente no ombro, quadril e, mais recentemente, no punho e cotovelos. Mas para José Carlos, a história da ortopedia pode ser contada em duas partes: antes e depois da artrosplastia. “Foi o principal avanço na área em todos esses anos de profissão. Hoje a vida do idoso é muito mais confortável”, comenta.

Com especialização e cursos em diversos países, como Estados Unidos, Áustria, França e Inglaterra, entre outros, José Carlos Affonso Ferreira foi um dos fundadores da Casa da Criança Paralítica de Campinas. “Na época, aprendi nos Estados Unidos o alongamento em paralisia infantil e também comecei a fazer no Brasil”. E uma tradição que José Carlos faz questão de manter há mais de 40 anos são as reuniões semanais, todas às quartas- feiras, com sua equipe de trabalho. “É para manter a casa em ordem e os profissionais sintonizados para um trabalho em equipe”, resume.

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Expedicionários da Saúde divulgam balanço da viagem a Novo Paraíso

Cerca de 1450 índios foram atendidos na comunidade de Novo Paraíso, região do Alto do Solimões (AM)

Depois de 20 dias de atendimento médico e cirúrgico à população indígena de Novo Paraíso, localizada na região do Alto do Solimões, no estado do Amazonas, os Expedicionários da Saúde encerram mais uma expedição comemorando as mais de 1450 consultas e 195 cirurgias. Dentre elas, um parto de alto risco que, se não fosse a intervenção especializada dos médicos, certamente a paciente e o bebê não teriam sobrevivido.

Essa foi a 12º expedição realizada pelos médicos que já beneficiaram cerca de 17 mil pessoas das regiões de Iauaretê, Pari Cachoeira, Tunuí Cachoeira, Vila Nova do Xié e Novo Paraíso, no Alto do Solimões, numa região próximo a fronteira do Peru e Colômbia. De acordo com Ricardo Affonso Ferreira, um dos idealizadores do Programa Operando na Amazônia dos Expedicionários da Saúde, a novidade dessa expedição foram os 15 notebooks instalados no local, que facilitaram a descrição detalhada das cirurgias e prescrições de medicamentos. “Além de toda infra-estrutura que conseguimos montar, com os mais modernos equipamentos de medicina, pudemos oferecer à população indígena um atendimento totalmente informatizado, não devendo nada para os melhores hospitais do país”, acrescenta Ricardo.

Além disso, durante a expedição, um jornalista da conceituada Revista The Economist acompanhou todos os procedimentos no atendimento prestado à comunidade indígena. A matéria, que já está disponível no site da revista, fala das percepções que o jornalista teve durante os dias que acompanhou os médicos dos Expedicionários da Saúde.

Sobre os Expedicionários da Saúde

A idéia da expedição surgiu em 2002, quando um grupo de amigos formado por médicos e executivos, em viagem ao Pico da Neblina (AM) tiveram a oportunidade de conhecer uma aldeia Yanomami  e foram confrontados com uma realidade muito diferente da que viviam. Surgiu, então, a idéia de usar toda a experiência profissional deles para  melhorar a qualidade de vida da  população indígena  daquela  região.  E, para isso, buscaram estudar a cultura local com a ajuda de antropólogos e procuraram as instituições responsáveis pelo atendimento à saúde  na região para entender como atuavam e assim planejar  uma atuação conjunta para somar esforços. Assim, em 2003, foi oficialmente estruturada a Associação Expedicionários da  Saúde .

O grupo tem apoio do Comando Militar da Amazônia,   que garante o transporte da equipe desde Manaus até um ponto de apoio em aviões da Força Aérea Brasileira (FAB). Uma das grandes dificuldades é o acesso aos locais de atendimento, que tem de ser feito por barcos.  Também há uma forte parceria com os DSEIs - Distritos Sanitários Especiais Indígenas ,  Funasa e Funai , mas todo trabalho só é viabilizado em função de patrocinadores importantes que a cada expedição,  contribuem com doações materiais, em serviços e financeiras.

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IAF abre inscrições do Curso de Especialização Traumato-Ortopédica Funcional para 2009

O Instituto Affonso Ferreira (IAF), localizado na cidade de Campinas (SP), inicia as inscrições para o curso de pós-graduação (lato sensu) em Traumatologia-Ortopédica Funcional programado para o ano letivo de 2009. As vagas são limitadas e as inscrições prosseguem até o dia 06 de fevereiro.

De acordo com a coordenadora da especialização, Sylvia Helena Ferreira da Cunha Henriques, o curso busca oferecer formação científica e treinamento supervisionado por profissionais qualificados para Fisioterapeutas que tenham interesse em atuação clínica de excelência nas áreas de ortopedia, traumatologia e dos esportes.

A coordenadora ainda salienta que o curso tem duração de seis meses, com carga horária de 1.480 horas/aulas, sendo as aulas práticas realizadas diariamente no período da manhã, tarde ou noite, além das aulas teóricas.

Para realização da inscrição é necessário que o candidato preencha a ficha de inscrição e efetue o pagamento de R$ 80 (oitenta reais), correspondente a inscrição, na sede do Instituto Affonso Ferreira. A prova escrita será realizada no dia 20 de fevereiro, às 9h, no próprio instituto, localizado na Avenida José Bonifácio, 2656, Jardim Flamboyant, em Campinas.

O processo seletivo consta da avaliação do currículo, prova escrita específica da área, tradução de um texto de fisioterapia ortopédica do inglês para o português e entrevista.

Para mais informações, clique aqui.

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Instituto Affonso Ferreira aplica técnica de Alongamento Ósseo com Haste Intramedular Expansível

O Instituto Affonso Ferreira foi a primeira clínica a trazer para o Brasil a técnica de alongamento ósseo com haste intramedular expansível. O método, considerado minimamente invasivo e de pequena morbidade, substitui as técnicas tradicionais de alongamento ósseo que, em muitos casos, provocam traumas psicológicos e rigidez articular, além de longos períodos de tratamento.

Por meio desse novo método, desenvolvido pela empresa italiana Orthofix, a cirurgia é mais rápida e o paciente fica sujeito a um tempo muito inferior de internação. Por ser minimamente invasiva, são feitos apenas três pequenos cortes na perna do paciente, por onde é colocada a haste intramedular expansível, conhecida como ISKD. Este equipamento é então programado para expandir 1mm por dia, num total de até 8 cm, de acordo com a necessidade do paciente.

Como o alongamento é lento e controlado, o paciente não sofre traumas e não tem de usar aparelhos externos. Por meio de um computador de mão,os médicos verificam o quanto a haste está expandindo e sabem exatamente o momento em que ela completa o processo.

O procedimento já é outra alternativa de tratamento no Instituto Affonso Ferreira e já desperta o interesse de um grande número de pacientes. A técnica permite o alongamento ósseo de pessoas que sofreram traumas em acidentes ou mesmo para quem quer aumentar sua estatura por questão estética

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Médico do IAF participa de congresso e visita hospitais nos EUA

Com os constantes avanços tecnológicos na área da saúde, facilitados principalmente pela globalização, os profissionais que atuam no Brasil precisam estar atentos ao que acontece no mercado internacional. É o caso do ortopedista Ricardo Affonso Ferreira, do IAF, que acaba de retornar de uma viagem aos Estados Unidos. Durante uma semana, Ricardo participou de um Congresso Americano de Recapeamento do Quadril, que reuniu mais de 200 especialistas de todo o mundo, em Los Angeles, e visitou três hospitais, sendo dois em Fort Worth, próximo a Dallas, e o La Linda Medical Center, também em Los Angeles.

Esta iniciativa permite que os pacientes brasileiros recebam tratamento semelhante aos encontrados em países considerados de primeiro mundo. “Aproveitei para ver o que os especialistas lá fora estão aplicando nas cirurgias de próteses de joelho e quadril. Também tive a felicidade de participar de seis cirurgias com alguns dos maiores especialistas do mundo no Plaza Medical Center”, diz. Segundo Ricardo, o Plaza é referência no meio oeste dos Estados Unidos e realiza em média 2.200 cirurgias de cirurgias de próteses por ano. “Sempre temos algo a aprender, principalmente com uma equipe médica que realiza dez próteses por dia. Os pacientes do IAF já podem contar com essas novidades”, garante Ricardo, que realiza de 6 a 8 próteses entre quadril e joelho por semana.

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Técnica de recapeamento facilita recuperação dos pacientes

Considerada uma das maiores novidades na área ortopédica para o tratamento da artrose do quadril em indivíduos com idade inferior a 50 anos, o resurfacing, ou recapeamento como é conhecido, vem acompanhando o ritmo das demais cirurgias realizadas pelos médicos do Instituto Affonso Ferreira, em Campinas.

Inovadora, a nova técnica vem superando as expectativas tanto dos médicos quanto dos pacientes submetidos a cirurgia e a diferença é nítida na recuperação destes pacientes em comparação àqueles operados pela técnica tradicional. “O plástico tem baixa resistência e se desgasta no decorrer dos anos, principalmente quando o tamanho da cabeça femoral metálica é grande. Isto faz com que muitos profissionais usem cabeças de menor diâmetro, o que facilita a luxação da prótese”, explica Ricardo Affonso Ferreira, responsável pelas cirurgias de recapeamento do IAF.

O ortopedista é um dos pioneiros na utilização da nova técnica no país. Durante os anos de 2005 e 2006, viajou duas vezes à Bélgica, onde estagiou com o médico Koen DeSmet - um dos mais conceituados cirurgiões neste tipo de técnica. “O recapeamento traz resultados extremamente satisfatórios, sobretudo em pessoas jovens, com artrose ou necrose da cabeça femoral”, finaliza Ricardo.

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Vídeocirurgia garante rápida recuperação sem grandes incisões

Considerada uma maiores novidades dos últimos anos na área médica, as cirurgias por artroscopia já podem ser realizadas também na região do quadril

Os avanços tecnológicos trouxeram profundas mudanças no desenvolvimento da medicina. Aliada à necessidade de sanar o problema do paciente está a preocupação de devolvê-lo ao mercado de trabalho o mais breve possível. Isso se traduz na procura cada vez maior por tratamentos de menor risco e garantam uma recuperação mais rápida. É o caso das cirurgias artroscópicas, ou vídeocirurgia como é conhecida, realizada de forma minimamente invasiva para examinar e tratar lesões no interior das articulações.

Sempre atento à difusão de novas técnicas da área ortopédica, o Instituto Affonso Ferreira é pioneiro na realização de cirurgias via artroscopia e um dos poucos no país a realizar esse tipo de cirurgia nas regiões do ombro, cotovelo, pulso, joelho e quadril.

Por meio da artroscopia, é possível conseguir os mesmos resultados das cirurgias convencionais, como tratar o impacto fêmur acetabular, junta da clavícula, costurar tendões, desbastar o osso sem a inconveniência de grandes cortes e internação do paciente. No procedimento de cirurgia aberta, a equipe médica pode demorar até uma hora e meia para chegar na articulação. Já com a artroscopia este tempo é extremamente reduzido, diminuindo o risco de complicações, infecções, dor e outras ocorrências.

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Nova técnica para o tratamento de coluna é aplica em Campinas

A prótese de disco DOS (David Omega System), que preserva o movimento da coluna para o tratamento da espondilólise (defeito do osso do arco posterior da coluna vertebral) e espondilolistese (deslizamento de uma vértebra sobre a outra), é uma das últimas novidades que chega ao mercado brasileiro. O ortopedista e cirurgião da coluna Alceneu José Negrão Bertotti Júnior, do Instituto Affonso Ferreira, de Campinas, fez estágio na França com o especialista David Omega para estudar a nova técnica e agora se prepara para realizar a primeira cirurgia da região.

Entre 3 e 5% da população sofrem dessas doenças. “A principal causa são os micro traumas, herança familiar e esforços físicos, independente da idade”, esclarece Alceneu. Muitos portadores não apresentam sintomas não precisando de tratamento cirúrgico. O diagnóstico é feito atraves de exames de raio X e ressonância, quando o paciente sente dores crônicas nas costas e nas pernas .

O tratamento cirurgico mais comum é para a fixação do segmento por meio de parafusos, bloqueando o movimento no disco , mas geralmente esta técnica tradicional sobrecarrega os discos vizinhos na coluna, podendo, inclusive, ocorrer travamento. “Agora temos a opção de reconstrução da lesão preservando o movimento do disco vertebral. È um tratamento mais objetivo”, pondera Alceneu.

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Recapeamento (”resurfacing” ou “resurface”)

Considerada uma das maiores novidades na área ortopédica para o tratamento da artrose na região do quadril em indivíduos com idade inferior a 50 anos, o resurfacing, ou recapeamento, como é conhecido, vem acompanhando o ritmo das demais cirurgias realizadas pelos médicos do Instituto Affonso Ferreira, em Campinas. Em 2007, o instituto realizou 100 cirurgias de recapeamento, o maior número já registrado no país.

Inovadora, a nova técnica vem superando as expectativas tanto dos médicos quanto dos pacientes submetidos a cirurgia. Para se ter uma dimensão do quão transformador é o recapeamento, basta dizer que a nova técnica só começou a ser utilizada nos Estados Unidos há cerca de três anos e há dois anos vem sendo utilizada e difundida pelos médicos do Instituto Affonso Ferreira. De lá pra cá, mais de 150 casos já foram atendidos, e a diferença é nítida na recuperação destes pacientes em comparação àqueles operados pela técnica tradicional. “O plástico tem baixa resistência e se desgasta no decorrer dos anos, principalmente quando o tamanho da cabeça femoral metálica é grande. Isto faz com que muitos profissionais usem cabeças de menor diâmetro, o que facilita a luxação da prótese”, explica Ricardo, responsável pelas cirurgias de recapeamento do Instituto Affonso Ferreira.

O ortopedista é um dos pioneiros na utilização da nova técnica no país. Durante os anos de 2005 e 2006, viajou duas vezes à Bélgica, onde estagiou com o médico Koen DeSmet - um dos mais conceituados cirurgiões neste tipo de técnica. “O recapeamento traz resultados extremamente satisfatórios, sobretudo em pessoas jovens, com artrose ou necrose da cabeça femoral”, finaliza Ricardo.

Especialidades do Instituto Affonso Ferreira Fundado em 1981, pelo médico ortopedista José Carlos Affonso Ferreira, o Instituto Affonso Ferreira (IAF) mantém a tradição médica da família Affonso Ferreira na cidade de Campinas. Com vasta experiência no tratamento de fraturas e seqüelas, o IAF é um Centro de Referência Nacional para a reconstrução de fraturas graves com perdas ósseas e/ou
com infecções associadas.

O instituto oferece aos pacientes serviços de ortopedia pediátrica, medicina do esporte, cirurgia e microcirurgia de mão, artroscopia, recapeamento, artroplastia de quadril, joelho, cotovelo e ombro,
fisioterapia e tratamentos psicológicos, com uma estrutura física e humana especializada para dar o melhor atendimento ao paciente e para reabilitá-lo, procurando uma melhoria constante na qualidade de vida.

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Estudo sobre osteoporose desmente senso-comum

Não raramente, o melhor conselho dado a quem sofre de osteoporose é: “não faça exercícios físicos”. Entretanto, estudo recente desenvolvido pela fisioterapeuta Sylvia Henriques, do Instituto Affonso Ferreira de Ortopedia, vai em direção contrária ao senso-comum e recomenda: “Faça!”

Com índices de ocorrência cada vez maiores em todo o mundo, a osteoporose ainda é pouco conhecida pela maioria da população, sobretudo pelas mulheres, maiores vítimas do problema. Em todo o mundo, 150 milhões de pessoas têm a doença. No Brasil, não há estatísticas. Entretanto, as estimativas apontam que 7 milhões de brasileiros estão doentes. Como a osteoporose atinge principalmente as mulheres na pós-menopausa, os especialistas do País estão alarmados: há 20 milhões de brasileiras com mais de 55 anos. Uma em cada três será acometida pela doença.

A osteoporose é caracterizada por ossos porosos, frágeis e suscetíveis às fraturas causadas por traumatismos mínimos - uma doença grave que se caracteriza pela perda progressiva da massa óssea, que enfraquece o esqueleto e facilita fraturas.

Considerada uma questão de saúde pública, a doença é difícil de ser tratada precocemente, já que se instala de forma silenciosa no organismo. Não há sintomas que revelem o enfraquecimento do esqueleto. “Muitas mulheres só descobrem o problema depois de fraturar um osso”, afirma a fisioterapeuta do Instituto Affonso Ferreira, Sylvia Henriques.

Levando em consideração o grupo de risco que a osteoporose envolve - mulheres brancas, magras, que mantêm um estilo de vida sedentário, dieta pobre em cálcio, fumantes e que entraram precocemente na menopausa - Dra. Sylvia pesquisou, em sua tese de doutorado (2004), as alterações musculares e esqueléticas de risco que facilitam quedas em mulheres na pós-menopausa com osteoporose.

Revelações - Dentre as condições músculo-esqueléticas avaliadas no estudo, o comprometimento da força muscular foi uma das principais alterações evidenciadas. Ao contrário do senso-comum que incentiva as portadoras de osteoporose a praticarem pouco exercício físico a fim de evitar fraturas, o estudo constatou uma relação significativa entre a redução da força muscular com o decréscimo da densidade mineral óssea na coluna vertebral, “o que quer dizer que a prática de exercícios físicos é essencial, tanto para a prevenção, quanto para o manejo de deformidades ligadas à osteoporose”, ressalta a fisioterapeuta.

Os protocolos mais modernos de tratamento da doença contêm o exercício físico como parte integrante dos planos de recuperação e têm como objetivo a redução da dor - que afeta dois terços dos indivíduos portadores da osteoporose, aumento da mobilidade e melhora nas condições musculares, de balanço e equilíbrio.

Nesse contexto, as alterações observadas no estudo apontam que a osteoporose pode ocasionar ainda importantes repercussões psicológicas. A dor ocasionada pelas fraturas associada à perda de mobilidade e independência pode levar à depressão e à ansiedade. O medo de novas fraturas, a frustração em não poder realizar suas atividades e perda da auto-estima afetam significativamente a qualidade de vida da mulher.

Além dos benefícios para os ossos, os exercícios devem promover, de maneira geral, uma série de alterações fisiológicas, como o aumento da capacidade aeróbica, melhoria na tolerância para atividades da vida diária e condições respiratórias, bem como redução da fadiga. Segundo Dra. Sylvia, os programas de exercício para mulheres com osteoporose na pós-menopausa devem ser praticados de duas a três vezes por semana.

“É muito importante lembrar que esses exercícios devem ser praticados com orientação e supervisão médica, sempre. Outro cuidado é evitar ao máximo exercícios que exijam flexão do tronco, por exemplo, por favorecerem a acentuação da curvatura da coluna para frente. É bom frisar essa recomendação, pois a maioria dos exercícios abdominais são realizados com o indivíduo deitado de barriga para cima, flexionando o tronco para frente, e quem tem osteoporose não pode faze-lo de jeito nenhum!”, ressalta a fisioterapeuta do IAF.

É claro que não só os exercícios têm papel fundamental na qualidade de vida de mulheres portadoras de osteoporose. Além de manter uma dieta rica em cálcio e evitar o álcool e o fumo, orientações referentes à postura adequada nas atividades de vida diária são importantes no combate à evolução acelerada das conseqüências da doença. Conhecimentos sobre como realizar os movimentos do corpo, como se sentar e como ficar em pé de forma adequada podem ajudar a prevenir fraturas e melhorar a qualidade de vida, lembrando sempre que, para a pessoa que sofre com a osteoporose, todo cuidado é pouco.

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Cirurgia no ombro por artroscopia tem atraído cada vez mais pacientes

Método pode ser feito por meio dos planos de saúde e garante melhor recuperação

O grande desenvolvimento nas técnicas de cirurgias do ombro tem deixado cada vez mais otimistas os pacientes que procuram as clínicas de ortopedia.

O Instituto Affonso Ferreira, de Campinas, que em 2001 usou a técnica em cerca de 10 pacientes durante todo o ano, em 2006 contabilizou mais de 100 procedimentos, com média de dois por semana. Considerada a melhor escolha no tratamento do momento, a intervenção cirúrgica por meio da artroscopia tem levado para os consultórios pessoas que durante anos sofreram por receio de sentirem dor durante a operação ou ficarem longos períodos em recuperação.

O bancário Rafael Carnisela, 25 anos, foi um dos pacientes do Instituto Affonso Ferreira a ser submetido a cirurgia no ombro por artroscopia. Após uma queda de mau jeito por cima do braço, Carmisela passou a sentir fortes dores na região seguidas de muito desconforto. “Sentia que os movimentos do braço já estavam ficando bem limitados por conta da dor”, relembra. Passados quatro anos desde a cirurgia ela ainda comemora os resultados. “Já não sinto mais as mesmas limitações. Quanto as marcas da cirurgia, essas são quase imperceptíveis” comenta Carnisela.

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Instituto Affonso Ferreira tem recorde de cirurgias para implante de próteses ortopédicas

O Instituto Affonso Ferreira, clínica especializada em ortopedia, traumatologia e fisioterapia, localizada na cidade de Campinas (SP), vem realizando um número cada vez maior de cirurgias para implantes de próteses ortopédicas. Somente em 2008, o instituto realizou 210 cirurgias, sendo a sua maioria para implantes no quadril e joelho.

O aumento da expectativa de vida e as atividades em pacientes com faixa etária mais avançada, são apontados pelos especialistas como as principais causas do aumento das cirurgias para implantes ortopédicos. De acordo com a Academia Americana de Ortopedia, nos próximos 10 anos o mercado tende a duplicar o número de cirurgias ortopédicas em todo o país.

Para o ortopedista Ricardo Affonso Ferreira, o aumento também está relacionado a qualificação dos médicos. “Contamos com uma infra-estrutura adequada e, frequentemente, os profissionais do
Instituto Affonso Ferreira participam de cursos de capacitação, palestras e intercâmbio no exterior a fim de buscar o aperfeiçoamento e conhecimento das novas técnicas para cirurgias ortopédicas” afirma Ricardo.

Ainda, segundo Ricardo, as cirurgias mais realizadas pelo Instituto são as de quadril, joelho, coluna e trauma, que vão desde uma lesão causada por acidentes domésticos a deformidades mais graves provocadas por violência no trânsito. Mas é a artrose, doença degenerativa que afeta cerca de 20% da população aos 40 anos e quase 100% aos 80 anos, a maior causadora de patologias no quadril e no joelho.

As próteses têm uma duração que varia de 15 a 20 anos. Mas é preciso que haja alguns cuidados fundamentais para garantir um pós-operatório tranqüilo e sem dores. Além das revisões periódicas com o ortopedista, é necessário que o paciente seja submetido a sessões de fisioterapia
especializada na reabilitação do paciente. Segundo a fisioterapeuta do IAF, Sylvia Helena Ferreira da Cunha Henriques, o sucesso na reabilitação está diretamente ligado ao trabalho de fisioterapia
realizado no pós-operatório.

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Cirurgia por navegação

Nos últimos anos, novas tecnologias mudaram o conceito das cirurgias ortopédicas. O que antes parecia ser um método agressivo aos olhos de um leigo, hoje pode ser feito de uma forma bem menos invasiva. É o caso da cirurgia de artroplastia total de joelho feito pelo sistema de navegação, realizada no Centro Médico de Campinas por ortopedistas do Instituto Affonso Ferreira, com a participação do médico francês Herén Chavane.

A nova técnica, poucas vezes utilizada no país, tem o acompanhamento do computador e interação de instrumentos e implantes manipulados pelo cirurgião com a parte do corpo do paciente que é operado. O monitor mostra imagens virtuais em dois ou mais planos com a apresentação de medidas de distâncias e ângulos, dando um posicionamento perfeito onde o cirurgião deve agir. As imagens e medidas facilitam a cirurgia e garantem a precisão dos movimentos médicos.

O equipamento utiliza o mesmo princípio da localização de um alvo por satélite, permitindo aos médicos realizarem cirurgias menos invasivas por meio de incisões extremamente pequenas e altamente precisas. A artroplastia (guiada pelo navegador cirúrgico) dá condição de implantar a prótese com uma variação angular cinco vezes menor, representando, assim, uma durabilidade de mais de 10 anos na prótese, além de uma melhor função articular.

O equipamento, importado da França, permite que a cirurgia seja realizada sem a exposição das estruturas envolvidas, permitindo que a região seja poupada e permaneça intacta. Como conseqüência, reduz-se o grau de agressão da cirurgia. É neste ponto que técnicas minimamente
invasivas e cirurgia por navegação convergem-se, determinando grande avanço para a cirurgia ortopédica. Os benefícios ao paciente são a recuperação mais rápida, internação mais curta, redução de riscos de infecção e maior durabilidade de implantes.”)

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Novas técnicas cirúrgicas artroscópicas para ombro e joelho

Durante os dias 9, 10 e 11 de junho, o médico campineiro, Marcelo Witemburg Alves, participará de um curso em laboratório para novos lançamentos em cirurgias artroscópicas na cidade de Maples, Flórida, nos Estados Unidos. De acordo com Witemburg, a participação em cursos de atualização é muito importante para o acompanhamento dos principais avanços tecnológicos na área da ortopedia mundial. “Estamos antenados com o que acontece no mercado internacional para proporcionar aos nossos pacientes um atendimento semelhante aos encontrados nos países considerados de primeiro mundo”, analisa Marcelo.

Considerada uma das grandes novidades dos últimos tempos em cirurgia de ombro e joelho, a artroscopia permite um diagnóstico mais preciso, já que o médico pode visualizar toda a articulação em sua forma natural de funcionamento. A técnica permite corrigir lesões por meio de pequenos orifícios na pele. “Apesar de simples, a técnica exige um grande aprendizado. A cirurgia consiste na introdução de uma micro-câmera na articulação e as imagens obtidas por meio de um monitor permitem que seja verificada a presença ou não de tecidos lesionados. Quando o paciente é submetido a procedimento convencional, ou seja, cirurgia aberta, os tecidos normais são afetados, o que não ocorre na artroscopia”, diz Marcelo.

Por meio da artroscopia, é possível conseguir os mesmos resultados das cirurgias convencionais, como tratar a junta da clavícula, costurar tendões, desbastar o osso sem a inconveniência de grandes cortes e internação do paciente. No procedimento de cirurgia aberta, a equipe médica pode demorar até uma hora e meia para chegar na articulação. “Já com a artroscopia este tempo é extremamente reduzido, diminuindo o risco de complicações, infecções e outras ocorrências”, completa Marcelo. Outra boa notícia é que a cirurgia possui cobertura de boa parte dos planos de saúde.

Especialidades do IAF

Fundado em 1981, pelo médico ortopedista José Carlos Affonso Ferreira, o Instituto Affonso Ferreira (IAF) mantém a tradição médica da família Affonso Ferreira na cidade de Campinas. Com vasta experiência no tratamento de fraturas e seqüelas, o IAF é um Centro de Referência Nacional para a reconstrução de fraturas graves com perdas ósseas e/ou com infecções associadas.

O instituto oferece aos pacientes serviços de ortopedia pediátrica, medicina do esporte, cirurgia e microcirurgia de mão, artroscopia, alongamento ósseo, recapeamento do quadril, artroplastia de quadril, joelho, cotovelo e ombro, fisioterapia e tratamentos psicológicos, com uma estrutura física e humana especializada para dar o melhor atendimento ao paciente e para reabilitá-lo, procurando uma melhoria constante na qualidade de vida.

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