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ISKD

ISKD (INTRAMEDULLARY SKELETAL KINETIC DISTRACTOR) é o mais avançado sistema de alongadores intramedulares em uso, no mundo. Atua em sinergismo com a consolidação natural existente no sistema ósseo.

É desenhado para alongamento pré-determinado antes da cirurgia. A maioria dos pacientes pode ser alongada até 8 cm (tanto no fêmur quanto na tíbia), com período doloroso aceitável durante o processo e risco desprezível de infecção. Não são alvo de atenção (como os fixadores externos) e extremamente bem aceitos pelos doente . Os portadores dormem na sua posição natural, com qualidade de vida durante a fase de alongamento bastante próxima ao normal.

INDICAÇÕES

Quem poderá se candidatar ao alongamento ósseo com o uso do ISKD?

Pacientes com maturidade esquelética, ou seja, com as placas de crescimento fechadas.

É vital a capacidade e vontade dos pacientes em obedecer às instruções do cirurgião.

Os exercícios de alongamento muscular são parte importantíssima do processo e requer total aplicação do paciente, que deverá devotar tempo e paciência ao processo, além do controle freqüente do cirurgião.

Deverá usar muletas por um período que será determinado pelo médico.
Algumas alterações ósseas e de saúde geral são contra-indicações ao seu uso: pseudartroses, canais intramedulares irregulares e/ou obliterados, ossos afetados por tumores, distúrbios metabólicos ou mesmo infecções.

Obesidade mórbida, politraumatisados, doenças vasculares periféricas e uso de marca passos, são contra indicações.

Fumantes, uso crônico de anti-inflamatórios ou corticóides podem ter efeito deletério na formação do calo ósseo.

Como isto é feito?

O ISKD é uma haste metálica composta de duas partes : chamadas de parte distal e parte proximal, como se fossem dois tubos, ficando um dentro do outro e são unidas por uma rosca sem fim.

Durante a operação o cirurgião corta o osso na sua parte media, de modo a poder separa-lo em duas metades : é a chamada de osteotomia . O pino é então introduzido no canal medular por pequenas incisões e fixado ao osso com dois parafusos perpendiculares tanto no segmento proximal quanto no distal.

No pós operatório as duas partes se separam cada vez que o doente move a perna. Com o afastamento das partes cria-se uma distância cada vez maior entre as metades do osso, fomentando o desenvolvimento de osso novo no loca : é a fase de distração.

Enquanto o osso é alongado, as partes moles músculos, tendões, nervos, etc) têm que se adaptar ao novo comprimento, exigindo então os cuidados fisioterápicos intensos para evitar contraturas.

Terminada a fase de distração, quando o calo ainda é fibroso, começa a fase de consolidação que consiste no endurecimento do osso recém formado para suportar o peso do corpo: é o calo ósseo.

A possibilidade de o paciente colocar peso sobre o osso alongado vai depender do acompanhamento pelo ortopedista.

Controle do alongamento: o paciente recebe um dispositivo manual para comprovar que o alongamento está realmente acontecendo e será ensinado de como usá-lo.

A fase de consolidação até o “osso duro” deve levar de 3 a 9 meses, dependendo da quantidade de distração produzida. Quanto maior o alongamento maior é o tempo para que o processo termine.

Diz a literatura que após 3 dias por mm alongado o paciente estará em condições de retornar às atividades físicas e desportivas. No entanto, apenas  por bom senso, como as dimensões estarão mudadas, não se sabe se recuperará a elasticidade, destreza, etc, às vezes exigido aos profissionais do esporte.

Vantagens do método para os pacientes:

Sendo o pino dentro do osso, isto reduz os estresses psicológicos e sociais muito menos doloroso do que com o suo dos fixadores externos cicatrizes mínimas sem risco de infecção dos pinos dos fixadores externos (muito frequentes)