Uma artroscopia, embora muito mais fácil em termos de recuperação do que uma cirurgia normal, ainda requer o uso de anestesia e equipamento especial de uma sala de operação hospitalar ou suÃte cirúrgica. Esta anestesia pode ser geral, na espinha ou local, dependendo da articulação ou do problema do paciente.
Uma pequena incisão é feita para inserir o equipamento. Outras incisões podem ser feitas para observar partes da articulação ou inserir outros equipamentos, inclusive para cirurgias corretivas, caso indicadas.
Inicialmente, a artroscopia era apenas uma ferramenta de diagnóstico para cirurgias normais já planejadas. Com o desenvolvimento de melhores instrumentos e técnicas cirúrgicas, muitas situações podem hoje ser tratadas com sucesso através deste procedimento, como por exemplo, casos de rompimento do menisco do joelho e problemas associados com a artrite.
Outras desordens podem demandar a combinação de artroscopia e cirurgia padrão.
Após a cirurgia, as incisões serão cobertas com uma compressa e o paciente será levado para um quarto. Muitos até mesmo dispensam medicações para dor.
Antes da dispensa médica, o paciente será informado sobre o cuidado para com a área operada, que atividades evitar e que exercÃcios realizar para ajudar na recuperação. Nas consultas seguintes o cirurgião irá inspecionar as incisões, remover as suturas caso existam e discutir a reabilitação.
O tamanho da cirurgia e o tempo de recuperação necessário irão depender da complexidade de cada problema. Ocasionalmente, durante uma artroscopia, o cirurgião pode descobrir que o ferimento ou doença não pode ser tratado exclusivamente com este procedimento. Uma extensiva cirurgia normal pode ser realizada enquanto o paciente ainda está anestesiado ou numa data futura, após discussão com o médico.
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