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Obesidade |
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A obesidade em geral vem crescendo muito, ela já é considerada uma epidemia mundial, e já ultrapassou até mesmo os níveis de desnutrição no Brasil, principalmente nas regiões sul e sudeste, independente de condições econômicas e sociais, está tanto na classe alta quanto na classe baixa. A obesidade é resultante da ação de fatores ambientais (como o ambiente familiar e individual, hábitos alimentares inadequados, redução de atividade física,), e fatores genéticos, é conseqüência de um desequilíbrio energético, aonde o consumo excede o gasto de energia por um período de tempo considerável. E a associação da obesidade com alterações metabólicas, como a dislipidemia, a hipertensão, e a intolerância à glicose, considerados fatores de risco para o diabetes melitus tipo 2 e, as doenças cardiovasculares, hipertensão . Além disso, alguns estudos sugerem que o tempo de duração da obesidade está diretamente associado a morbimortalidade por doenças cardiovasculares.E também está associada a alterações posturais favorecendo o aparecimento de complicações ortopédicas, como dores nas costas, problemas nos joelhos. O ganho de peso está sempre associado a um aumento da ingestão alimentar ( que pode ser decorrente da quantidade de alimentos ingeridos ou da modificação da sua qualidade), e a uma redução do gasto energético. Sabemos que mudar hábitos alimentares é um processo difícil, considerando que ele é resultado de fatores genéticos, preferências alimentares, e fatores ambientais ( hábitos da família, condição econômica, emocional),mas é a melhor maneira de se atuar contra a obesidade. Temos que ter em mente que todos os nutrientes são indispensáveis à nossa saúde, e não se deve valorizar um e desprezar outro. Se isso acontecer, o organismo irá desenvolver uma carência ou um excesso de determinado tipo de alimento. Deve haver um equilíbrio dos alimentos nas refeições para que se atinja o ideal proposto: que é uma boa saúde. A única dieta que funciona de verdade é aquela baseada no bom senso: a reeducação alimentar, o segredo não é cortar de vez determinado alimento, mas saber os que engordam mais, comê-los com moderação, e sempre que possível substituí-los por outros menos calóricos. Em pouco tempo, essa mudança de hábitos alimentares começa a fazer parte do dia-a-dia automaticamente, e a gente passa a incorporar esses novos hábitos sem perceber.
Karina Biasi Pereira Leite |
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